segunda-feira, 11 de julho de 2011

Branco sobre fundo branco

Malevich-Quadro Branco sobre Fundo Branco-1918.

É notório que o maior expoente do Suprematismo foi Malevich. Em 1918 apresentou ao público seu trabalho Quadrado Branco sobre Fundo Branco (MOMA, Nova York). A sua preocupação fundamental foi a realização plástica pura da noção de espaço, ou seja, a relação entre as formas e o espaço que as circunda.

domingo, 3 de julho de 2011

QS: Quadro da semana

Malevich-Cruz Preto- 42x42 cm -1923.

Malevich afirmou:
“Eu me transformei no zero da forma e me puxei para fora do lodaçal sem valor da arte acadêmica. Eu destrui o circulo do horizonte e fugi do circulo dos objetos, do anel do horizonte que aprisionou o artista e as formas da natureza. O quadrado não é uma forma subconsciente. É a criação da razão intuitiva. O rosto da nova arte. O quadrado é o infante real, vivo. É o primeiro passo da criação pura em arte”. (WWW.itaucultural.org.br)

Foi assim que as novas formas abstratas, geometrizadas, tornaram-se a visão de um futuro industrializado, que abandonava as velhas formas sociais e políticas para construir um novo mundo.


sábado, 2 de julho de 2011

Dica de leitura: “Dos novos sistemas na arte”


Para quem tem interesse em mergulhar nos movimentos modernistas como  suprematismo, cubismo e futurismo, pode ler o livro “Dos novos sistemas na arte” de  Malevitch. Ele escreveu em sua obra os detalhes de suas criações, empenho para perpetuar seus ideais modernistas e cartas trocadas com outros artistas. O livro russo, já foi traduzido para o português e pode ser achado em livrarias on-line por aproximadamente R$ 17,00.
 " Escrevo de um ponto de vista sobre a arte, em que a economia aparece com a força que rege a criação e, se a estética existe, também depende inteiramente do ponto de vista econômico do movimento. Parece-me que o movimento econômico tende à libertação de todos os adornos artísticos e que o estético por si é o resultado de sedimentação da apresentação de novas simetrias do objeto que se destacam economicamente." Nesse e em outros trechos do livro, o autor nos exalta o quanto a arte não é apenas a imagem posta em uma tela, e sim uma linha de pensamento, uma ideologia, mostrando o quanto Malevitch não era apenas um pintor e sim um grande pensador.